
Em um momento de Reflexão, no ano passado:
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Dê-me fé para que eu duvide
Dê-me dor para que eu sinta
Dê-me solidão para que eu seja infinito
Dê-me amor para que eu me iluda
Dê-me calor para que eu ame o frio
E dê-me frio para que eu respeite o calor
Dê-me vida para que eu admire a morte.
Enfim, dê-me fé para que eu duvide, sinta, me iluda, admire a morte e seja infinito.
Dê-me fé para que eu entenda a dor, a solidão, o calor, o frio, a vida e o amor.
(Por Well Arruda, em 3.7.10)

